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O Culto Racional, faz parte do cenário do rap nacional há cinco anos e tem feito a diferença musical e social em todo Brasil. O projeto de usar o rap (ritmo e poesia) para falar da palavra de Deus iniciou-
se no dia 1 de maio de 2006, com a intenção de expressar de forma musical
a experiência de vida dos integrantes, tendo como objetivo maior, falar e
tornar conhecido o nome de Jesus, que foi o que fez toda a diferença na vida
dos integrantes do grupo, os livrando do crime, das drogas como o crack e da
depressão, estes que hoje são os problemas sociais que mais tem afetado as
famílias de todo o mundo, tudo isso sem deixar de esboçar o orgulho de ser
crente, de ter uma vida diferente, o grupo deseja ser referencia sim, referencia
Após cinco anos de existência do Culto Racional, eles têm a experiência de mais de 400 apresentações, incluindo as marchas para Jesus de 2007, 2008, 2009, 2010 em Florianópolis, turnês realizadas em alguns estados Brasileiros.
A discografia do grupo é composta pelo disco “Shekinah” lançado em agosto de 2010 e já esta sendo construído o segundo disco, o título é “Dependência ou morte”, em breve mais novidades.
Quatro integrantes formam o time de evangelistas que estão sobre
a cobertura espiritual do Bispo Flori e da Igreja Batista Palavra Viva
(www.clicpalavraviva.com.br). Atualmente o grupo é integralmente responsável
pela Igreja Batista Palavra Viva de São Paulo, na Zona Leste, no bairro
Tatuapé, juntamente com o Pastor Roberto Fagundes, Carlinhos e Marçal, são
O Culto Racional se originou no sul do Brasil, em Florianópolis, mas atualmente o grupo reside em São Paulo, onde executa o Projeto Salve, que é um evento mensal na Igreja Palavra Viva do Tatuapé-SP, incluindo também a realização de ações musicais nos colégios da grande São Paulo, é realizada a distribuição gratuita da Mixtape “Culto Racional – Projeto Salve”. Eles se preocupam com vidas, e tem investido na transformação da sociedade, conheça mais dos projetos no site www.cultoracional.com.br opção “projetos” e faça parte dessa ação. . |
